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O Método
Fotógrafo
8 histórias únicas sobre o que é preciso para se tornar um artista visual
do fotógrafo,
que muitas vezes é expressa por meio de trabalhos e muito apreciada pelo público.
moldam a visão
Essas experiências
e entretem.
inspiram
Compartilhamos histórias de fotógrafos do mundo inteiro:
seus altos e baixos,
lições de vida e suas anedotas que
seja
sua jornada.
seus sonhos,
O caminho de um artista visual é mais desafiador do que parece. Alguns vão de encontro com os obstáculos e caem, mas muitos encontram na queda a força para continuar
não importa o quão desafiadora
do fotógrafo,
que muitas vezes é expressa por meio de trabalhos e muito apreciada pelo público.
moldam a visão
Essas experiências
e entretem.
inspiram
Compartilhamos histórias de fotógrafos do mundo inteiro:
seus altos e baixos,
lições de vida e suas anedotas que
seja
sua jornada.
seus sonhos,
O caminho de um artista visual é mais desafiador do que parece. Alguns vão de encontro com os obstáculos e caem, mas muitos encontram na queda a força para continuar
não importa o quão desafiadora
Morfi Jiménez
Peru
WAY
Um artista peruano que fotografa a vida cotidiana e a relação entre o comportamento humano e o meio ambiente.
Meu trabalho ganhou o primeiro prêmio! Fiquei surpreso porque Hasselblad era algo inatingível para mim naquela época. Eu não esperava que um projeto pequeno e íntimo iria me deixar conhecido no mundo inteiro. Foi indescritível.

Atualmente, quase 20 anos se passaram e minha visão sobre fotografia mudou. É como andar de bicicleta. No começo, você fica preocupado em cair, mas depois que pega o jeito, anda sem as mãos e ainda consegue bolar um cigarro. O mesmo funciona com a fotografia.

No início, você se preocupa com a iluminação e as sombras, mas depois começa a pensar mais no aspecto psicológico da fotografia. O que realmente importa é a personagem que está na sua frente.
Morfi Jiménez
Aquilo foi horrível de se ouvir! Depois, comecei a processar as palavras que ele disse e percebi que ele tinha seus motivos. O Francisco me fez questionar qual o tipo de fotógrafo eu queria me tornar e me desafiou a pensar fora da caixa.

Levei dois anos para criar um projeto digno. Naquele ano, minha avó faleceu. Ela era minha segunda mãe, foi uma perda muito dolorosa. Então eu decidi prestar respeito a ela com um novo projeto, porque minhas primeiras fotografias foram tiradas com ela. Minha ideia foi recriar as fotos de quando ela estava viva, mas com uma técnica diferente.

A primeira pessoa para quem eu mostrei esses trabalhos foi o Francisco, e ele estava feliz com as minhas imagens. Com a confiança que ganhei depois de falar com ele e outros fotógrafos, eu me inscrevi na competição Hasselblad Masters de 2008.
No começo da minha carreira eu estava interessado em fotografia de viagem, e minha intenção era capturar imagens que parecessem com cartões postais. Eu ainda não sabia o que eu queria mostrar com os meus trabalhos. Eu tentei criar a imagem perfeita com um céu azul e o sol amarelo brilhante.

Eu achei que estava me tornando um bom fotógrafo, e decidi mostrar meu trabalho para um profissional que eu respeito muito, o Francisco, um grande amigo meu. Ele olhou as minhas fotos e disse: "Suas fotos são boas, coloridas e brilhantes, mas eu acho que são uma porcaria".
Fotografar é como andar de bicicleta. No começo, você fica preocupado em cair, mas depois que pega o jeito, anda sem as mãos e ainda consegue bolar um cigarro.
Kate Kondratieva
WAY
Uma fotógrafa ucraniana que compartilha histórias de pessoas e captura retratos poderosos que você não consegue parar de olhar.
Kate Kondratieva
Parei a leitura naquele mesmo segundo e observei o ambiente cinematográfico em que eu estava; um lugar frio, feio e desagradável, mas lá fora era tudo diferente. Eu ouvia o canto dos pássaros e via os raios quentes de luz brilhando pelas janelas. Foi quando eu percebi que era hora de parar.

Quando eu desisti da faculdade o reitor disse: “Você viu seus olhos? Você pode curar as pessoas com eles!”. Naquele momento eu ri, mas agora, quando um cliente me manda palavras de agradecimento, eu entendi que ele estava certo.

O que eu fotografo é chamado de retrato psicológico. Muitas vezes, as pessoas me procuram para se curarem depois de terem se divorciado ou passado por grandes mudanças na vida. Elas querem se lembrar desses momentos, para que possam se libertar depois. Fico muito feliz por elas confiarem a mim seus momentos mais sinceros e pessoais e por eu ter escolhido esse caminho há oito anos.
Se alguém me dissesse há oito anos que minha vida tomaria o rumo que tomou depois de ter saído da faculdade de medicina, eu nunca teria acreditado. Ou, se tivesse acreditado, teria desistido muito mais cedo sem pensar duas vezes.

Às vezes, eu paro para pensar, “De onde foi que eu tirei tanta coragem?”. Sempre fui a boa filha que escutava os pais, e eles me diziam que eu tinha nascido para ser médica. A minha rebeldia apareceu do nada.

Eu tenho uma lembrança muito forte de uma autópsia que aconteceu em uma palestra que tive sobre fisiologia: eu estava no frio, com luzes azuis por todo o canto, com o livro do Richard Branson "Screw It, Let's Do It!". No livro ele mencionou que você deve escolher o que ama, mesmo que ocasione riscos significativos. Se você acreditar 100% nisso, com certeza terá sucesso.
Quando eu desisti da faculdade o reitor disse: “Você viu seus olhos? Você pode curar as pessoas com eles!”. Naquele momento eu ri, mas agora, quando um cliente me manda palavras de agradecimento, eu entendi que ele estava certo.
Eldar Khamitov
WAY
Um fotógrafo baseado em Nova York que fotografa momentos sinceros e personalidades interessantes nas ruas.
Não importa o que esteja acontecendo na sua vida, sempre existe uma oportunidade para criar algo harmônico se você estiver com a sua câmera.
Neste verão, eu estava tendo muitos ataques de ansiedade que desenvolvi depois que a pandemia começou. O ato de fotografar tem um efeito de cura em mim, então decidi dar uma caminhada em uma manhã nublada em Fire Island.

A praia estava bem vazia e eu não esperava fotografar nada, até que apareceram dois homens com um cachorro do nada. Isso fomentou minha criatividade e fiz uma série de fotos melancólicas no meio do nevoeiro, todas com uma hora de caminhada pela praia.

Essa experiência me ensinou que, com a fotografia de rua, você nunca pode esperar quando ou como algo vai acontecer. Não importa o que esteja acontecendo na sua vida, sempre existe uma oportunidade para criar algo harmônico se você estiver com a sua câmera.
Eldar Khamitov
Eu me lembro de ter ficado extremamente feliz quando vi um documentário na Netflix sobre a Vivian Maier e sua história sobre ser babá. Ela capturou a maior fotografia de rua da história, sem holofotes ou qualquer pessoa para ver seus trabalhos.

Fiquei inspirado e de boca aberta quando soube que alguns assuntos que me chamavam a atenção também estavam presentes nas suas fotografias. Isso me fez sentir como se houvesse uma conexão entre todos os amantes da fotografia de rua. Essa conexão nos faz querer sair, fotografar e, às vezes, escolher inconscientemente coisas para fotografar.

O assunto pelo qual me interesso geralmente reflete como me sinto sobre o mundo. Sou atraído pelas aparências imperfeitas que chamam a atenção; desde pessoas que podem ser chamadas de desajustadas, já que foi assim que eu sempre me senti durante a vida inteira, até algo que me deixa triste, porque me considero uma pessoa temperamental e melancólica.
Há sete anos, eu comprei minha primeira câmera DSLR e comecei a sair com ela pelas ruas da cidade. Eu tinha acabado de me mudar do Cazaquistão para Nova York, e tudo parecia ser de outro planeta. Eu estava fascinado pelos pequenos detalhes que provavelmente parecia mundano para os nova iorquinos – eu queria fotografar tudo. Naquele momento, eu não sabia nada sobre o gênero fotografia de rua ou suas regras. Eu só estava procurando e clicando.
Andrey Gudkov
Russia
WAY
Um fotógrafo russo de vida selvagem que fotografa animais em diferentes cantos do mundo.
Eu tive mais quedas do que vitórias na minha carreira. Às vezes eu me perguntava: “Por mais quanto tempo continuo tentando?”, e esse próprio pensamento me fez querer desistir.
Mas esta é a natureza selvagem, não há nada de requintado. É duro. Selvas, savanas e florestas reais. Rios, pântanos e oceanos reais. Não existe ar condicionado. É você e a natureza, tentando conseguir as melhores fotos possíveis.

Para fotógrafos profissionais da vida selvagem, esses desafios na verdade não são desafios, são coisas do dia a dia que fazem parte da profissão. São apenas uma parte do iceberg.

Uma imagem bonita que acaba sendo pendurada em uma exposição é só a ponta do iceberg. A parte principal consiste em preparar, organizar, orçar, licenciar, fotografar, encontrar transporte e segurança. A fotografia em si é o quinto elemento de muitas coisas diferentes.

No final, o material sobre os flamingos foi eleito um dos melhores pelo principal conselho editorial da National Geographic em Washington, D.C.
Andrey Gudkov
Para mim a fotografia era uma questão de tentativa e erro, porque no início dos anos 2000 não existia escola ou curso para estudar fotografia de vida selvagem. O melhor que fiz foi explorar as obras de fotógrafos famosos e analisar cada imagem sozinho. Esse era o único material didático que eu tinha disponível, por isso tive mais quedas do que vitórias. Às vezes, eu me perguntava: “Por mais quanto tempo continuo tentando?”, e esse próprio pensamento me fez querer desistir.

Eu fotografo a migração de animais na África há 12 anos. Levei quatro anos para capturar baleias jubarte e três para organizar uma expedição para Cuba. Depois de três anos de testes, recebemos permissão para visitar uma das maiores colônias de flamingo no Parque de Vida Selvagem Río Máximo, em Camagüey.

Pudemos ver e fotografar 120 mil flamingos caribenhos. Você consegue imaginar como fomos sortudos? Cuba é um lugar único!
Depois de passar 10 dias no parque, finalmente consegui capturar tudo o que tinha em mente. As condições não eram nada favoráveis. Tive que andar por um pântano cheio de lama quente e suja com macacão de borracha e estava afundado até a cintura. A temperatura estava acima de 35°C. O ar estava úmido e infestado de mosquitos.

Tive que usar roupas que cobrissem todas as partes do meu corpo. Caso exposse acidentalmente um dedo, ele iria parecer um balão vermelho no dia seguinte. Também tive que cobrir meu rosto com um chapéu.
Masis Usenmez
WAY
Um fotógrafo turco que mora na França, que captura imagens de ruas em preto e branco e se abstém da complexidade da cor.
Sua solidão pode ser sua força. Pode te ajudar com seu estilo de arte, só não vá muito fundo.
Masis Usenmez
Para entender meus sentimentos, fui para as ruas. Observei pessoas solitárias no meio de multidões. Eu fiquei refletindo sobre o que elas faziam, para onde estavam indo e o que se passava em suas mentes. Com a minha fotografia de rua, pude fazer perguntas e encontrar respostas.

Foi assim que tive a ideia de criar uma série de fotos chamada “La Solitude”. Percebi que não podemos nos socializar tanto nas cidades modernas. Mesmo que tenha muitas pessoas à nossa volta, não olhamos e nem falamos com elas. Estamos sozinhos nas nossas atividades diárias.

É bem diferente se conectar com as pessoas nas redes sociais e não na vida real. Existe um lapso de tempo. Você pode mudar o que irá dizer ou até mesmo apagar. Mas você ainda se sente como se estivesse sozinho na sala. É apenas você e seu laptop.

Minha mensagem é que a solidão não é uma coisa ruim. Ela é uma coisa natural e pode te ajudar com seu estilo de arte, só não vá muito fundo e não se feche. A solidão não precisa ser necessariamente um lugar escuro para você. Sua solidão também pode ser sua força.
Cresci e morei em Bakırköy - um dos bairros mais populosos de Istambul. Tive uma infância feliz, apesar de não termos muito nos anos 80. Provavelmente fomos a última geração a brincar nas ruas, e quando começou a revolução do computador, eu realmente me interessei.

Há alguns anos, me mudei da Turquia para a França. Eu não sabia falar francês e sentia muita dificuldade em me conectar com o novo povo e sua cultura. Embora tenha me conectado muito pelas redes sociais, me senti muito sozinho durante os primeiros seis meses.
Katalin Szaraz
WAY
Uma fotógrafa e cineasta húngara que mora em Paris, que explora o assunto “casa” por meio de storytellings pessoais.
Se você tem coragem de se abrir sobre questões pessoais através do seu trabalho, terá uma arte muito poderosa.
Neste projeto, comecei a experimentar as emulsões de Polaroid para refletir sobre minha mentalidade e estilo de vida "sem raízes". Criei autorretratos flutuantes que expressavam um estado flutuante e amarrotado. Este projeto me auxiliou na reformulação dos meus pensamentos e sentimentos, e tornou o conceito de “casa” mais concreto.

Eu continuo trabalhando neste projeto até os dias atuais, e ele já está exposto em Budapeste.

Em todos esses anos, entendi que se você for corajoso o suficiente para se abrir sobre questões pessoais por meio do seu trabalho, isso pode resultar em uma arte muito forte.
Katalin Szaraz
Durante os últimos 8 anos, morei na Bélgica, Hungria, Alemanha e França. Também viajei para realizar um projeto no Japão, China, Vietnã, Malásia, Tailândia, Camboja, Cingapura e Indonésia. No final, atravessei o Oceano Índico até a Austrália e depois voltei para a França.

Porém, quando me mudei para a Bélgica para fazer meu mestrado, comecei a lidar com a questão de ter um estilo de vida "sem raízes". No momento em que retornei para a Hungria, me senti menos em casa e ficou mais difícil associar a que lugar eu pertencia. Esse problema me incomodou muito, então decidi colocar meus sentimentos no projeto "Nocturne", que acabou se tornando o projeto do meu mestrado. A partir desse momento, essa questão se tornou meu assunto principal. Continuei desenvolvendo-o por meio do meu último projeto chamado “Unsettled”.
Eu cresci em uma pequena cidade na Hungria, chamada Vác. Criar coisas sempre fez parte da minha vida desde muito nova, e sou muito grata aos meus pais que sempre me apoiaram quando disse que queria me tornar uma artista visual.

Minha mãe é professora e meu pai é marinheiro, então era natural que ele ficasse fora por meses. Quando eu era criança, sempre recebia cartões postais de diferentes países e acompanhava a jornada do meu pai no grande mapa-múndi que ficava na sala de estar. Acho que isso teve uma influência muito grande na maneira como vivo atualmente. Viajar, dizer adeus e reencontrar minha família sempre foi uma grande parte da minha vida.
Bat-Orgil Battulga
WAY
Um documentarista da Mongólia que cria fotos autênticas registrando nossa realidade atual.
Você não sabe por quanto tempo estará vivo, então faça o que você gosta. Chega de pensar se suas obras são boas ou ruins. Basta fotografar e criar arte para gravar sua própria marca na história.
Bat-Orgil Battulga
Eu me questionei: “Por que continuar?” Quero ser um artista livre e trabalhar com assuntos que realmente me comovem. Foi assim que decidi voltar para a Mongólia.

Eu amo meu país natal, sua natureza e a cultura da liberdade que pode ser traçada ao longo da história da Mongólia. No século 13, havia uma cidade chamada Caracórum. Pessoas de diferentes culturas e etnias viviam lá como uma enorme família. Se fossemos comparar esse estilo de vida com o século 21, eles viviam como nós hoje - em uma metrópole.

Meu projeto “Metro Metropolis Metrosexual” é fundamentado neste conceito. Quero buscar e explorar as raízes da cultura em diferentes metrópoles através de reportagens. Acredito que o gênero documentário condiz mais com esse tipo de projeto, pois mostra a realidade atual. Entretanto, haverá uma outra realidade daqui uns 20 ou 30 anos, e minha missão como fotógrafo é registrar o hoje.

Você não sabe por quanto tempo estará vivo, então faça o que você gosta. Chega de pensar se suas obras são boas ou ruins. Basta fotografar e criar arte para gravar sua própria marca na história.
Nasci em Ulan Bator, Mongólia, e posteriormente morei em São Petersburgo, Rússia, com meus pais e irmão. Mesmo tendo crescido na cidade, sempre quis estar mais próximo da natureza. Ela tem seu próprio espírito e mistério que nos faz esquecer das coisas materialistas, buscar a liberdade e ouvir o nosso coração.

Assim que terminei a faculdade em 2010, trabalhei como fotógrafo em uma redação e rapidamente me cansei daquilo. O conselho não deu a mínima para os temas que eu gostava, pois trabalhavam de acordo com as leis da fotografia comercial: todos deveriam apreciar suas imagens.
Dina Alfasi
WAY
Uma fotógrafa israelense que usa a câmera do celular, e tem como foco capturar pessoas e emoções autênticas.
Dina Alfasi
Eu trabalho como engenheira arquitetônica em um grande hospital no norte de Israel, então preciso viajar várias vezes por dia. É por esse motivo que a maioria das minhas fotos são tiradas no transporte.
Além disso, a luz natural do ônibus ou do trem é a melhor que você pode encontrar. E as pessoas parecem estar tranquilas. Alguém espera; outras estão falando ao telefone. É incrível poder observá-las e encontrar belos momentos que me tocam e tocam os outros.

Eu já ouvi muitas pessoas menosprezando meu trabalho porque eu fotografo com um iPhone. Alguns dizem que não é uma fotografia real, enquanto outros não acreditam que tiro minhas fotos com um celular.

Essas coisas me fazem rir! Já participei de várias competições, onde as fotos tiradas com um iPhone acabaram sendo premiadas. Também tive o privilégio de participar de campanhas publicitárias da Apple. Foi um reconhecimento pela qualidade das minhas fotografias. Então, por que eu mentiria sobre fotografar com um iPhone?

Não importa o tipo de câmera que você fotografa. Você pode tirar uma foto com um filme antigo ou uma câmera digital nova. A única coisa que importa é o que você está capturando. Quando as pessoas veem uma foto, elas pensam no equipamento que você usou? Provavelmente não. Elas prestam atenção na história e na beleza dela.
Quando eu era criança, adorava fotografar com uma câmera de filme, mas desde que se tornou digital, a fotografia passou a fazer parte da minha vida diária. Comecei a compartilhar minhas fotos nas redes sociais e meu trabalho foi exposto para um grande público do mundo inteiro. Recebi muitas mensagens e muitos ficaram curiosos sobre minha fotografia.

Eu fotografo com um iPhone 12 Pro, porque ele se adapta ao meu estilo de fotografia documental. Posso reagir rapidamente, meu celular está sempre comigo e eu não chamo atenção. Quando quero capturar um momento, quero que seja autêntico.
Não importa o tipo de câmera que você fotografa. A única coisa que importa é o que você está capturando. Quando as pessoas veem uma foto, nunca pensam no tipo de equipamento que você usou, elas prestam atenção na história e na beleza dela.